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  • Endoscopia

    Endoscopia digestiva é um procedimento que utiliza um aparelho flexível com menos de 1 cm de diâmetro, com microcâmera digital (videoendoscópio) com iluminação central.
    • Permite ao médico endoscopista examinar regiões internas do esôfago, estômago e duodeno (início do intestino).
    • Serve para investigar sintomas gástricos persistentes, como dor abdominal, vômitos frequentes, azia e dificuldades para engolir, por meio da documentação fotográfica das áreas alteradas ou de interesse.
    • É utilizada para o diagnóstico de doenças do tubo digestivo, como úlcera esofagite e gastrite.
    • Pode incluir também a pesquisa da bactéria Helicobacter Pylori, envolvida em um grande número de casos de gastrite.
    • Serve para o acompanhamento evolutivo de doenças diagnosticadas previamente, motivo pelo qual se recomenda levar exames anteriores.
    • É utilizada para procedimentos terapêuticos específicos. Quando necessário, permite realizar biópsias, extraindo-se pequenos fragmentos da mucosa para exame. Tal procedimento é indolor. Na presença de pólipos (crescimento anormal da mucosa), dependendo do caso, o médico poderá fazer a retirada deles (polipectomia) durante o exame.
  • Colonoscopia

    Colonoscopia é um procedimento que utiliza um longo e fino tubo flexível com diâmetro que pode variar de 1 a 1,3 cm e medir até 185 cm de comprimento. Possui na ponta uma microcâmera digital (colonoscópio) que pode girar em vários ângulos e transmite as imagens para um monitor, permitindo que o médico registre o que está ocorrendo.
    • Possibilita examinar regiões internas do cólon (intestino grosso) e muitas vezes do íleo terminal (parte final do intestido delgado).
    • Serve para diagnosticar determinadas doenças do cólon (tumores benignos e malignos, estenoses, colopatias isquêmicas, retocolite ulcerativa inespecífica, doença de Crohn, esclarecer algumas diarreias crônicas, hemorragia digestiva baixa, entre outras).
    • Permite realizar biópsias, utilizando uma espécie de pinça para retirar pequenos fragmentos para realizar análise posterior.
    • Possibilita realizar procedimentos terapêuticos, como a polipectomia, que é a retirada de pólipos.
    • A colonoscopia é um exame bastante seguro, porém, como qualquer procedimento médico, não está totalmente isento de riscos. Esclareça suas dúvidas com o médico responsável pelo exame.
  • PHmetria

    Uma pH-metria esofágica é uma prova de diagnóstico em que é medida a acidez do esófago e medido o tempo em que o esófago está exposto a determinados níveis de acidez. A prova destina-se a diagnosticar problemas de refluxo gastroesofágico e alterações nos mecanismos normais de limpeza do esófago.
    • O exame de phmetria esofágica calcula o índice que determina a alcalinidade, a neutralidade, a acidez e a quantidade do refluxo.
    • É a phmetria que determina se o refluxo está em quantidade maior que o normal e se os sintomas do paciente estão relacionados com o refluxo de ácido.
    • Se você vai fazer o exame de phmetria esofágica, esteja em jejum de pelo menos oito horas antes do horário marcado.
    • Determinados medicamentos deverão ser suspensos para que o exame seja realizado com sucesso. Durante a consulta que vai determinar o exame de phmetria esofágica, o seu médico vai orientá-lo sobre quais são esses remédios.
  • Balão Intragástrico

    O paciente submete-se a uma inserção do balão através da boca, como na endoscopia. Já no estômago, ele é enchido por uma solução salina e preenche parcialmente o estômago, ocupando cerca de 70% dele, o que reduz o espaço para os alimentos, fazendo com que a pessoa coma menos.
    • O procedimento dura em torno de 20 a 30 minutos
    • O balão é uma solução temporária e fica no organismo de 4 a 6 meses. Após a retirada, recomenda-se acompanhamento médico por mais um ano.
    • O balão é indicado para paciente com IMC acima de 27, e em último caso, para quem já tentou emagrecer de outras formas e não conseguiu.
    • Já com o balão no organismo é fundamental que o paciente pratique exercícios físicos.
  • Manometria Anorretal

    Manometria anorretal é um procedimento realizado para avaliar pacientes com constipação ou incontinência fecal. O exame mede basicamente as pressões dos músculos do esfíncter anal, a sensação no reto e os reflexos neurais que são necessários para executar os movimentos normais do intestino.

    Pode ser realizado em qualquer idade. Não requer (nem permite) anestesia ou sedação, por ser um exame pouco invasivo e indolor e prescindir da participação consciente do paciente
    • A manometria anal avalia a força dos músculos do esfíncter e se eles relaxam adequadamente. Fornece informações úteis para o médico no tratamento de pacientes com incontinência fecal ou constipação acentuada.
    • Pode também ser solicitada para casos de pré-operatório de fissura, hemorroidas ou prolapso, com a intenção de se estudar a anatomia local e suas capacidades funcionais.
    • Existem muitas causas de incontinência fecal. O músculo do esfíncter anal fraco ou a sensibilidade do reto diminuída podem contribuir para a incontinência fecal. Se estas anormalidades estão presentes, elas podem ser tratadas.
  • Retossigmoidoscopia

    Retossigmoidoscopia é um exame indicado para visualizar alterações ou doenças que afetam a porção final do intestino grosso. Para a sua realização é introduzido, através do ânus, um tubo que pode ser flexível ou rígido, com uma câmera na ponta, capaz de detectar lesões, pólipos, focos de sangramento ou tumores, por exemplo.

    A retossigmoidoscopia é capaz de avaliar a mucosa da parte final do intestino, identificando lesões ou qualquer alteração nesta região. Pode ser indicada para as seguintes situações:
    • Verificar presença de massa ou tumor retal;
    • Rastrear câncer colorretal;
    • Observar a presença de divertículos;
    • Detectar origem de sangramentos;
    • Observar se há alterações que se correlacionem com mudanças do hábito intestinal.
Endoscopia
Endoscopia digestiva é um procedimento que utiliza um aparelho flexível com menos de 1 cm de diâmetro, com microcâmera digital (videoendoscópio) com iluminação central.
  • Permite ao médico endoscopista examinar regiões internas do esôfago, estômago e duodeno (início do intestino).
  • Serve para investigar sintomas gástricos persistentes, como dor abdominal, vômitos frequentes, azia e dificuldades para engolir, por meio da documentação fotográfica das áreas alteradas ou de interesse.
  • É utilizada para o diagnóstico de doenças do tubo digestivo, como úlcera esofagite e gastrite.
  • Pode incluir também a pesquisa da bactéria Helicobacter Pylori, envolvida em um grande número de casos de gastrite.
  • Serve para o acompanhamento evolutivo de doenças diagnosticadas previamente, motivo pelo qual se recomenda levar exames anteriores.
  • É utilizada para procedimentos terapêuticos específicos. Quando necessário, permite realizar biópsias, extraindo-se pequenos fragmentos da mucosa para exame. Tal procedimento é indolor. Na presença de pólipos (crescimento anormal da mucosa), dependendo do caso, o médico poderá fazer a retirada deles (polipectomia) durante o exame.
Colonoscopia
Colonoscopia é um procedimento que utiliza um longo e fino tubo flexível com diâmetro que pode variar de 1 a 1,3 cm e medir até 185 cm de comprimento. Possui na ponta uma microcâmera digital (colonoscópio) que pode girar em vários ângulos e transmite as imagens para um monitor, permitindo que o médico registre o que está ocorrendo.
  • Possibilita examinar regiões internas do cólon (intestino grosso) e muitas vezes do íleo terminal (parte final do intestido delgado).
  • Serve para diagnosticar determinadas doenças do cólon (tumores benignos e malignos, estenoses, colopatias isquêmicas, retocolite ulcerativa inespecífica, doença de Crohn, esclarecer algumas diarreias crônicas, hemorragia digestiva baixa, entre outras).
  • Permite realizar biópsias, utilizando uma espécie de pinça para retirar pequenos fragmentos para realizar análise posterior.
  • Possibilita realizar procedimentos terapêuticos, como a polipectomia, que é a retirada de pólipos.
  • A colonoscopia é um exame bastante seguro, porém, como qualquer procedimento médico, não está totalmente isento de riscos. Esclareça suas dúvidas com o médico responsável pelo exame.
PHmetria
Uma pH-metria esofágica é uma prova de diagnóstico em que é medida a acidez do esófago e medido o tempo em que o esófago está exposto a determinados níveis de acidez. A prova destina-se a diagnosticar problemas de refluxo gastroesofágico e alterações nos mecanismos normais de limpeza do esófago.
  • O exame de phmetria esofágica calcula o índice que determina a alcalinidade, a neutralidade, a acidez e a quantidade do refluxo.
  • É a phmetria que determina se o refluxo está em quantidade maior que o normal e se os sintomas do paciente estão relacionados com o refluxo de ácido.
  • Se você vai fazer o exame de phmetria esofágica, esteja em jejum de pelo menos oito horas antes do horário marcado.
  • Determinados medicamentos deverão ser suspensos para que o exame seja realizado com sucesso. Durante a consulta que vai determinar o exame de phmetria esofágica, o seu médico vai orientá-lo sobre quais são esses remédios.
Balão Intragástrico
O paciente submete-se a uma inserção do balão através da boca, como na endoscopia. Já no estômago, ele é enchido por uma solução salina e preenche parcialmente o estômago, ocupando cerca de 70% dele, o que reduz o espaço para os alimentos, fazendo com que a pessoa coma menos.
  • O procedimento dura em torno de 20 a 30 minutos
  • O balão é uma solução temporária e fica no organismo de 4 a 6 meses. Após a retirada, recomenda-se acompanhamento médico por mais um ano.
  • O balão é indicado para paciente com IMC acima de 27, e em último caso, para quem já tentou emagrecer de outras formas e não conseguiu.
  • Já com o balão no organismo é fundamental que o paciente pratique exercícios físicos.
Manometria Anorretal
Manometria anorretal é um procedimento realizado para avaliar pacientes com constipação ou incontinência fecal. O exame mede basicamente as pressões dos músculos do esfíncter anal, a sensação no reto e os reflexos neurais que são necessários para executar os movimentos normais do intestino.

Pode ser realizado em qualquer idade. Não requer (nem permite) anestesia ou sedação, por ser um exame pouco invasivo e indolor e prescindir da participação consciente do paciente
  • A manometria anal avalia a força dos músculos do esfíncter e se eles relaxam adequadamente. Fornece informações úteis para o médico no tratamento de pacientes com incontinência fecal ou constipação acentuada.
  • Pode também ser solicitada para casos de pré-operatório de fissura, hemorroidas ou prolapso, com a intenção de se estudar a anatomia local e suas capacidades funcionais.
  • Existem muitas causas de incontinência fecal. O músculo do esfíncter anal fraco ou a sensibilidade do reto diminuída podem contribuir para a incontinência fecal. Se estas anormalidades estão presentes, elas podem ser tratadas.
Retossigmoidoscopia
Retossigmoidoscopia é um exame indicado para visualizar alterações ou doenças que afetam a porção final do intestino grosso. Para a sua realização é introduzido, através do ânus, um tubo que pode ser flexível ou rígido, com uma câmera na ponta, capaz de detectar lesões, pólipos, focos de sangramento ou tumores, por exemplo.

A retossigmoidoscopia é capaz de avaliar a mucosa da parte final do intestino, identificando lesões ou qualquer alteração nesta região. Pode ser indicada para as seguintes situações:
  • Verificar presença de massa ou tumor retal;
  • Rastrear câncer colorretal;
  • Observar a presença de divertículos;
  • Detectar origem de sangramentos;
  • Observar se há alterações que se correlacionem com mudanças do hábito intestinal.
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